quinta-feira, 22 de junho de 2017

Paradoxal comissão técnica Avaiana

Foto: Leo Munhoz / Agencia RBS

Sem convicção e teimosos: Paradoxal comissão técnica do Avaí.
Essas duas característica estão permeando as atitudes de Claudinei e Evando.
Teimosia num esquema tático que obriga seus jogadores de frente a recuar muito e o tempo todo; teimosia em sempre após os vinte minutos do segundo tempo tirar de campo o capitão Marquinhos, mesmo quando ele está acrescentando ao jogo e muitos outros não; teimosia em manter um goleiro que vinha falhando e que hoje falhou além do aceitável. Falta de convicção na escalação do time e nos jogadores que entram nas suas substituições. E hoje mais uma coisa: precipitação, por estar na lanterna, ao colocar o Maicon de titular sem o jogador estar fisicamente preparado para uma disputa de série A. Acredito que ele vai contribuir com o grupo, mas acho que ele precisava de mais tempo para se preparar. O Abel viu isso rapidinho.

Hoje começamos fazendo uma partida boa, mas a teimosia de manter o goleiro acabou com o jogo pra nós. Literalmente acabou. O goleiro falhou vergonhosamente no primeiro gol (entregou) e falhou também nos outros dois: bola na pequena área é do goleiro, e no terceiro, mesmo ela desviando em Maicon, ele tinha tempo de pegar pela distância do gol de onde houve o  desvio, mas estava adiantado.
Não gostei da atitude do Juan na briga com o Rômulo. Isso não pode se repetir jamais.
Gostei da estreia do Joel.
Willians e Pedro de novo? 
Judson saiu de campo por causa do amarelo? Coisa de time pequeno. Ele vinha muito bem no jogo. As contratações não estão ajudando em nada. 
E vocês podem até discordar, mas tirar o Galego hoje pra colocar o Willians? Me poupe!
E o que vem desempenhando o Capa? Bem abaixo da crítica.

Tivemos chances de gol, antes da lambança do nosso goleiro. O goleiro adversário fez o que precisa ser feito. Outra, no segundo tempo, Rômulo chutou na mão dele.
Um bom time começa por um bom goleiro. Não renovar com o Renan foi um erro e estamos pagando por isso. O barato sai caro.
Acorda, Presidente!

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