terça-feira, 17 de julho de 2018

Quando o mestre ouve o vaga-lume...

Foto: Jamira Furlani/Avaí F.C oficial

Novamente o Avaí deixou de ganhar um jogo na Ressacada.
Jogando o  primeiro tempo sem nenhum meia de ligação, o Avaí buscou o ataque com apenas Guga escapando pela ala, mas seu a presença do Renato. Getúlio não esteve bem. Beltran ganhava todas as disputas de cabeça nas bolas alçadas pra ele, mas o Avaí não tinha um centro avante dentro da área. Romulo jogou isolado na outra ala, porque João Paulo fez uma partida abaixo da crítica.
Matheus Barbosa e Pedro Castro não sabem sair com qualidade para o ataque e assim, o Avaí teve o domínio do jogo, mas sem nenhuma inspiração na sua meia cancha.
(Joga em casa com 3 zagueiros e dois volantes abrindo mão de um meia criativo e um lateral que não defende nem apoia? E quer ganhar o jogo de um time que veio para empatar e cozinhou o jogo o tempo todo? O Atlético não ameaçou o Avaí. Conseguiu chegar apenas duas vezes com perigo. Jogou cadenciado, fazendo cera e esperando o fraco árbitro apitar o final da partida.

Geninho voltou com o mesmo time para o segundo tempo e quando mexeu... meu Deus!
Ou o cara desaprendeu ou tem algum inseto, quem sabe um 'vaga-lume', falando no ouvido do experiente treinador, e ele está obedecendo este 'inseto de rabo iluminado'.
Tirou Beltrán (deixando Getúlio no campo) e colocou Maurinho. Com dois minutos em campo esse jogador já colocou a mão na coxa. Com 5 minutos saiu por lesão. Culpa do Maurinho? Não, culpa de toda comissão técnica Avaiana.
No lugar do lesionado o 'vaga-lume iluminado' soprou no ouvido do técnico para colocar o Marquinhos de falso nove. E na sequência, o improdutivo Getúlio saiu machucado e mais uma vez o 'vaga-lume' soprou para o técnico colocar o Luanzinho. 
A zaga avaiana esteve bem e muitas vezes tentou ajudar o ataque inoperante. 
Novamente Romulo foi o melhor jogador Avaiano.

No primeiro tempo sem nenhum meia, no segundo sem nenhum centroavante. 
Marquinhos, que é inteligente, desobedeceu a ordem tática do 'inseto iluminado'. Recuou para a entrada da área e começou a criar jogadas com o 'ex-solitário' Romulo, mas quem estava na área pra colocar essa bola pra dentro do gol? Ninguém! 
0 x 0 

quarta-feira, 4 de julho de 2018

Sem saber jogar, Avaí perde mais uma!

Avaí, novamente, não soube ganhar um jogo contra um time fraco.
Mal escalado, substituições erradas e nenhuma criativa na meia cancha.
Geninho quando resolveu colocar meias, fez o que disse que não faria: colocou Moritz e Marquinhos jogando juntos. Vale lembrar que no começo do campeonato o técnico Avaiano revesava esses dois jogadores. Marquinhos tem a bola parada e lançamentos que podem mudar a partida. Mesmo atualmente estar com menos mobilidade. Moritz está sem ritmo de jogo. Não apresenta nada.
Com Carlos Alberto e Beltran no banco, Geninho optou, nas substituições, pelo sumido Maurinho e a permanência do Rodrigão.
No primeiro tempo o Avaí teve um domínio do jogo estéril. Esteve com a bola nos pés, mas chance real de gol apenas uma bola que sobrou embaixo da trave nos pés do Rodrigão, que despertiçou.
Sem criatividade nenhuma na sua meia cancha, o Avaí insitiu em sair jogando com lançamentos do Alemão e do Ayrton. Muito pouco para o time que enfrentava um Goías que não ameçava.
Um voto pelo bom futebol do lateral Guga que conseguia levar a bola com perigo para o ataque. Mas uma andorinha não faz verão!
No segundo tempo, Geninho sacou Getúlio, que nem deveria ter entrado, e optou por Maurinho. 
Rodrigão não esteve bem, mas Beltran não entrou.
Capa não tem substituto? E a 'barriguinha' do 66?
Alemão é meia de ligação?
O Goías num contra ataque, onde Alemão não matou a origem da jogada e Judson não optou pela falta, fez seu único chute no gol. Gol!
Paro por aqui! Mais um jogo que deixamos de ganhar.

Jogando errado, novamente, Avaí perde em casa

Avaí, novamente, não soube ganhar um jogo contra um time fraco.
Mal escalado, substituições erradas e nenhuma criativa na meia cancha.

No primeiro tempo o Avaí teve o domínio do jogo, mas estéril. Esteve com a bola nos pés, mas chance real de gol apenas uma bola que sobrou embaixo da trave nos pés do Rodrigão.
Sem criatividade nenhuma na sua meia cancha, o Avaí insistia em sair jogando com lançamentos do Alemão e do Ayrton. Muito pouco para o time que não era ameaçado pelo Goiás. 
Um voto pelo bom futebol do lateral Guga que conseguiu levar a bola com perigo para o ataque. Mas uma andorinha não faz verão!

No segundo tempo, Geninho sacou Getúlio, que nem deveria ter entrado, e optou por Maurinho. 
Geninho quando resolveu colocar meias de criação, fez o que disse que não faria: colocou Moritz e Marquinhos jogando juntos. Vale lembrar que no começo do campeonato o técnico Avaiano fazia um revesamento com esse dois meias.
Com Carlos Alberto e Beltran no banco, Geninho optou pelo sumido Maurinho no lugar do Getúlio.
Não entendi!
Rodrigão não esteve bem, mas Beltran não entrou.
Capa não tem substituto? 
Alemão é meia de ligação?
O Goiás num contra ataque onde Alemão não matou a origem da jogada e Judson, não optou pela falta, fez seu único chute no gol. Gol!
Alô Geninho: se for pra dizer nas entrevistas depois de mais uma derrota que "o Avaí não tem 'condições' ($) de trazer alguém que faça gols", saiba que o Claudinei fez muitas declarações desse tipo. Não compete a vocês esse tipo de declaração pós jogo. O empregador de vocês é um Clube Profissional. Tem suas hierarquias. 
Alô Avaí: treinador tem que comentar o desempenho do seu time na partida. Apenas isso. 
Mais um jogo que deixamos de ganhar.
Paro por aqui!

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Avaí não soube vencer: empatou

Foto: Jamira Furlani/Avaí FC

Um primeiro tempo com dois golaços, outros perdidos e o Avaí sobrando em campo.
No segundo tempo Bruno Nazário entrou e  jogou pelo lado do Capa e do Ayrton, esse mudança fez o Avaí se perder em campo. Bastou um apagão de 16 minutos e erros defensivos, para o bugre virar a partida. 
Moritz deveria ter sido saco antes por Geninho. Quando o nosso técnico mexeu no time o Avaí voltou a ameaçar o adversário com a entrada de Carlos Alberto, Marquinhos e Getúlio. O Avaí foi pra cima e numa bela cobrança de falta do M10, Beltran empatou a partida. O Avaí ainda teve a chance de vencer a partida num cruzamento do Renato na cabeça do Capa, que errou o alvo.

Faltou concentração na volta para o segundo tempo; faltou fechar o lado do Capa; Alemão errou num dos gols, Capa esteve muito mal na defesa e no ataque. Aranha precisa entrar mais em forma.
Uma pena as escapadas pelas alas não terem funcionado hoje nos cruzamentos, e nosso meio de campo ter ficando 'despovoado' por tanto tempo.
Dois golaços: o primeiro num lançamento primoroso do Romulo para Renato e o segundo, num chute belíssimo do carregador de piano, Judson.
A perda do Romulo, quase ficou sem dentes da falta que levou, foi crucial e dificultou as jogadas de ataque avaiano.
Carlos Alberto entrou bem, e juntamente com o M10 deu outra qualidade a meia cancha.
Agora é buscar os pontos perdidos fora de casa.

sexta-feira, 15 de junho de 2018

R9 dá show e Avaí vence mais uma fora de casa

Foto: Diário Catarinense

Mais um vitória do Avaí fora de casa.
Já no primeiro tempo o Avaí garantiu a vitória numa partida excelente do atacante Romulo.
Numa bola rolada por Rodrigão, o nosso R9 fez um golaço abrindo o placar.
O Boa Esporte não conseguia ameaçar efetivamente o Avaí que dominou a partida com tranquilidade no primeiro tempo.
E novamente Romulo, o dono do jogo, fez um lançamento primoroso para Renato que com categoria soube encobrir dois zagueiros e o goleiro adversário.
O Avaí poderia ter ampliado o placar num belo chute do Romulo ainda no primeiro tempo defendido pelo goleiro e no segundo tempo, num chute do Renato que a bola caprichosamente beijou o travessão. Mereciam fazer esses gols!
No segundo tempo após a expulsão do Rodrigão, expulsão infantil, o Avaí perdeu muito da sua força na frente. Romulo e Rodrigão estavam fazendo uma boa partida. Renato tentou puxar os contra ataques, mas não foi feliz no último passe. 
Se os nossos jogadores tivesse errado menos passes durante a partida e  o placar seria mais largo. Pedro Castro continua marcando muito mal, ele só cerca. 
Após a expulsão do Rodrigão o Boa teve um jogador expulso, mas faltou ao Avaí mais qualidade na meia cancha.  Carlos Alberto entrou muito tarde na partida. Getúlio já havia entrado no lugar do Romulo, mas não acrescentou nada.
Quando Boa conseguiu, no segundo tempo ameaçar o Avaí, Aranha fez duas defesas importantíssimas e muito difíceis.
A tarde foi do CR7 e a noite foi do R9 Avaiano!


sexta-feira, 8 de junho de 2018

Duas jogadas belíssimas: vitória de 2 x 0

Foto: Jamira Furlani/AvaíFC

Num jogo com muitos erros de passes... bastaram duas jogadas do verdadeiro futebol para o Avaí vencer o Coxa na Ressacada.
Mas durante a partida sofremos  com muitos erros de passes e com um Alemão jogando com raça, mas muito adiantado tentando sair jogando. Ele não sabe fazer isso porque lhe falta qualidade no passe. Sem um jogador camisa 10 em campo e com Judson jogando muito no desarme com a boa companhia de Matheus Barbosa, o Avaí roubava muitas bolas, mas não tinha uma saída qualificada para o ataque. Lourenço não entrou bem na lateral no lugar do Guga.
Quando Geninho no segundo tempo puxou Renato para lateral, sacando Lourenço e colocou Carlos Alberto em campo, os Deuses do futebol reconheceram o acerto nas substituição e numa jogada de classe futebolística, Rodrigão rolou para o Romulo que deu um passe belíssimo para o Capa chutar certeiro na meta do Wilson e abrir o placar. Golaço!
Rodrigão, que lutou muito, foi substituído por Ele, Marquinhos Santos. Ele entrou e no primeiro toque na bola, em cobrança de falta, viu a movimentação do Renato na direção da entrada da área, o Galego deu um tapa na bola que caiu certeira nos pés do atacante que foi parado com pênalti. O mito, o maior artilheiro da Ressacada, no seu segundo toque na bola no jogo, cobrou o pênalti e fez mais um gol na sua casa pelo seu Clube, pelo nosso Clube. Avaí 2 x 0 Coritiba. Dois toques e a partida estava decida a nosso favor.
Vida longa ao camisa 10!

sexta-feira, 25 de maio de 2018

O papão caiu no papo do Leão

Rodrigão, melhor jogador em campo, fez o primeiro na vitória de 3 x 1

O nosso Avaí que agora joga pra vencer... venceu!
Jogando uma boa partida e com mais um show do Rodrigão no ataque, o Avaí fez o que precisava fazer: foi vencedor na sua casa.
O Avaí do Geninho jogou no ataque e mesmo perdendo um jogador essencial na meia cancha como é o Judson, soube encarar de frente o Paysandu.
O fraco apitador de latinha, que errou muito, quase complicou um jogo que era nosso, ao marcar um pênalti inexistente do Aranha no atacante adversário. Mas o Avaí vencia já por dois a zero e mesmo sofrendo uma pressão depois do gol, conseguiu com duas defesas importantes e difíceis do goleiro Aranha e uma boa partida dos seus zagueiros, marcar o seu terceiro e merecido gol com o sempre guerreiro, Rômulo.
Rodrigão marcou o primeiro, Guga marcou um belo gol de falta e Rômulo, fechou o caixão do papão da curuzu, que teve sua invencibilidade quebrada na Ressacada!
Rodrigão lutou, deu passes de boa qualidade no ataque, é um cara que sabe se postar dentro da área e sabe sair dela para tocar bem na 'gorduchinha'. O cara que mudou o ataque Avaiano juntamente com Renato.
Moritz hoje esteve abaixo do que sabe jogar, Renato teve duas chances claras de gol mais finalizou as duas errado, mas mesmo assim contribuiu muito com a vitória. Capa e Guga estiveram bem; Matheus Barbosa, que entrou no primeiro tempo no lugar do Judson, não comprometeu. Luazinho entrou no lugar de Moritz e Getúlio já nos acréscimos, entrou no lugar do Rodrigão.

terça-feira, 15 de maio de 2018

Lion Bleu 4 x 0 CRBrasil

Rodrigoooooooooooooolllllllllll

Uma boa partida do nosso Leão.
Geninho deu nova vida a um time sem vida comandado pelo 'reativo' Claudinei e CIA.
Achou o esquema para o elenco que tem. Mérito dele.
Claro que não temos nada conquistado, mas a vontade de atacar e a confiança estão presentes no time comandado por Geninho.
Continuar trabalhando com foco e jogar como vem jogando, sem medo de atacar, são a chave para que o nosso Avaí lute até o fim por uma das vagas ao acesso.
Rodrigão jogou muita bola, Renato vem jogando bem, Capa e Guga são escapadas velozes para o ataque. 
Getúlio ainda um pouco perdido, entrou no lugar do Rômulo que se machucou.  Capa que fez um bom jogo também foi substituído por ter tido um encontrão cabeça com cabeça. Desmaiou, mas tudo ficou bem. João Paulo entrou em seu lugar. 
Moritz entrou no lugar de um apagado Pedro Castro ( mas que marcava juntamente com o 'carregador  de piado' e guerreiro Judson) e deu mais qualidade a meia cancha.
Alemão esteve um pouco abaixo do que pode render na defesa. E não é jogador para sair com a bola no pé. Nem ele nem Betão. Airton tem mais qualidade para sair jogando.
Avaí jogou um clássico sábado, viajou e jogou hoje pra vencer. 
Geninho está no caminho certo. Trabalho, união e foco!

sábado, 12 de maio de 2018

Seu nome é nosso sobrenome: Marquinhos



Uma vitória incontestável do Avaí no Clássico disputado em nosso brinca mundi.
No segundo tempo o Avaí mandou no seu salão de festas.
Jogando pra cima do seu rival, o Leão contou com o seu camisa 9 para vencer o jogo. Aliás, mais um boa partida do Rodrigão. Juntamente com Moritz, um xerife no campo, com Guga e Renato jogando muito bola pela ala e Judson 'mordendo' na proteção a zaga. O Avaí de Geninho deu um nó no time do estreito. A zaga esteve bem e Aranha, quando poderia ter se comprometido, se consagrou ao corrigir o seu erro.

Marquinhos é um nome a parte!
Porque Ele transformou em nosso sobrenome. 
Eu sei que quando se escreve sobre ele devemos antes vestir a camisa do maior de Santa Catarina, beijar o escudo e suar o manto até sangrar para chegarmos um pouco perto do tamanho desse jogador. Ele é enorme. Ele é eterno, ele é Avaí! Mas se quisermos ousar chegar um pouco para perto da 'altura' em que está esse craque, só mesmo escrevendo um livro com muitas e muitas páginas contando suas vitórias, suas superações, sua capacidade de liderar o time, seu comprometido com o Clube, sua paixão por nós! 
Marquinhos é acima dele mesmo, Avaiano. E provou isso hoje quando foi chamado por Geninho e abriu mão de entrar no jogo, faltando 10 minutos, em prol do seu time, do seu Clube do coração. Entrou faltando 4 minutos e fez seu último clássico regendo, ao final desse vitorioso clássico, a orquestra Avaiana ao som do seu créu.
Tudo perfeito, tudo azul, tudo Avaí da Ilha ao continente!
Lá o Galego não joga mais. Pode fechar o brinca mundi!

domingo, 29 de abril de 2018

Com juventude, a vitória foi nossa!

Foto: Arthur Dallegrave/E.C.Juventude

Geninho em uma semana de treino mudou a postura do Avaí em campo.
Jogando com três zagueiros deu liberdade para as subidas ao ataque com qualidade do lateral Guga e do seu parceiro na ala: Renato.
Se na meia cancha faltou um homem de qualidade no passe, não faltou disposição para Pedro Castro, correu o jogo todo marcando bem os adversários; e Judson, que carregava o piano sozinho quando Luan jogava ao seu lado, não ficou sobrecarregado.
No ataque o aniversariante Romulo voltou a balançar a rede, empatando o jogo, numa jogada de linha de fundo do lateral Guga que teve o desvio de cabeça do Rodrigão. Rodrigão me agradou na movimentação e com seus bons passes, merecia ter marcando gol nessa partida.  
Renato novamente bem em campo. A ala com ele e Guga foi por onde o Avaí teve mais qualidade no ataque. Renato marcou o segundo em cruzamento do Capa, que novamente contou com o desvio do atacante Rodrigão. Renato ainda marcou o terceiro num contra ataque.
O Juventude não teve força para segurar o bom jogo Avaiano e ainda teve seu goleiro expulso tendo que colocar um zagueiro no gol. Mas o jogo já estava 3 x 1 para o Avaí e o nosso time abdicou de atacar.
Uma boa estréia do Geninho. 
A zaga Avaiana falhou no gol do Juventude, mas no decorrer da partida soube se postar melhor em campo. 
Senti falta de uma meia cancha mais criativa. Se Geninho conseguir dar mais essa qualidade ao time, com os jogadores atuais do elenco, vamos disputar com mais chances uma das vagas para o acesso.
Fazia tempo que eu não via o Avaí com uma postura ofensiva como vi hoje. Claudinei pecou muito em manter o o Avaí enterrado em todos os jogos e em não tentar mudar o esquema que ele implantou em 2016.