terça-feira, 29 de novembro de 2016

Somos todos 'Condás'



O arco se faz curvo para lançar sua flecha.
Essa flecha que se projetou velozmente primeiro em Santa Catarina e depois no Brasil, foi se elevando mais e se deixou ver pela América do Sul e hoje, o mundo conheceu a força do movimento de um Clube que tem no seu arco as mãos de toda uma cidade que soube abraçar o sonho do Índio: 
Fez novamente do Brasil o seu território. E fez mais, fez o mundo ter uma só bandeira, um só escudo, um só Clube e todos 'Condás'.
O  arco do índio Condá curvou curvando o mundo ao lançar sua flecha ao ritmo de sua alma, e fez os colonizadores ouviram o brado em pranto dos colonizados: 
"Quebrei a lança, lancei no espaço
Um grito, um desabafo
E o que me importa é não estar vencido
Minha vida, meus mortos, meus caminhos tortos,
Meu sangue latino, minha alma cativa." 
(trecho da música Sangue Latino de João Ricardo)


sábado, 26 de novembro de 2016

Avaí: Elite, Raça e Glórias

Elenco, comissão técnica e dirigentes Vice campeões 2016 - Foto: Jamira Furlani/AvaíFC

Queridos, que sábado!
Inteiro Azul: da ilha as camisas vestidas no sul da ilha!
E olha que o sábado amanheceu cinza, mas ao se aproximar a hora do jogo... o céu foi se mostrando a cada minuto mais e e Azul surgiu por inteiro acima de nós. Assim como o nosso Clube nesse brasileiro.
Pra cima e por cima. Foi desse jeito que o Avaí terminou o ano de 2016. 
Num jogo festivo e solidário, a torcida Avaiana vestiu seu manto sagrado e comemorou mais uma conquista épica do Avaí, tanto quanto ajudou a família do nosso querido Renanzinho.
Perfeito sábado, perfeita a festa que fecha a segundona e abre, desde já, a nossa nova série.
Somos Elite, Somos Avaí, Temos Raça, Temos glórias!
Salve o Avaí e os Avaianos!
(Só nós temos um capitão Japonês e um ídolo que tem permissão pra jogar vestindo a 12)

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Nesi Guerreira Furlani



A felicidade pelo acesso foi comemorada, compartilhada, curtida, vivenciada e eternizada.
Somos milhares e cada um de nós festejou no sábado e no domingo do seu jeito, da maneira que desejou e como pode:
os que festejaram in loco (todos os que estavam em Londrina) e tantos que festejaram na ilha, em Santa Catarina, no Brasil e no exterior no sábado.
No domingo se festejou no sul da Ilha, na nossa casa, se festejou em cortejo com carros alegóricos, a pé de carro e claro, culminou na Beira Mar.
Avaianos conhecidos desfiram no alto dos carros que saíram da Ressacada, falaram com a torcida no Koxixos e se entregaram nos braços dos anônimos iguais: Os Avaianos!

Mas...
Faltou uma guerreira nessa festa!
Faltou a fiel Avaiana cujo coração de Leão estava em casa se recuperando de uma cirurgia;
Faltou a mulher que representa a força, a raça e o amor de todas nós;
Faltou a diretora que nunca foge da raia;
Faltou a Nesi desfilando, sempre muito bem vestida de Azul, pelas ruas da Ilha ao lado dos seus 'meninos' vitoriosos, de seu Clube em glória, da sua cidade feliz.
Mas...
O tudo, todos e o todo desse dia representam o tamanho dessa mulher. O  domingo uniu o Azul do mar, do céu, das nossas camisas e dimensionou esse dia na grandeza da ausente.
Saiba, guerreira, que todos os corações presentes tu que fortaleces com teu exemplo, em sendo assim, te ofereço todos eles para que batam junto ao teu. O sangue que os pulsa é o mesmo: Azul.
Obrigada por sempre acreditar no Avaí, Nesi Brina Furlani!
(cá entre nós duas: no domingo eu estava conversando com a mãe, contando tudo sobre a festa na Beira-Mar e disse pra ela no final: senti falta da Nesi desfilando junto com os jogadores. E a mãe me respondeu: escreve alguma coisa pra ela, Kátia, ela merece!)

domingo, 20 de novembro de 2016

Marcos Vicente dos Santos: o Guerreiro Azul

Foto: Cristiano Estrela/Agência RBS

Tua caminhada pela história Avaiana é repleta de amor e dedicação, honra, conquistas e entrega total. Contada  no tempo e pelo tempo passando por teus joelhos, teu coração e  tua alma.
Se tua capacidade física o tempo diminuiu, a tua importância ele agigantou.
És gigante, Marcos!

Tuas dores, superações e paixão incondicional nos trouxeram conquistas.
A desse ano em particular!
Quando muitos se apavoraram, quando tantos se afastaram, quando os 'sem dores' se acovardaram, tu urrasses como Leão que és.
Hoje voltasses pra Ressacada, a tua casa, chorando.
O choro do fiel conquistador, do abnegado, do visionário. 
Tuas lágrimas são do Homem que representa toda uma nação e nós choramos contigo porque teu choro é do vitorioso que és, do Avaiano que sempre fosses, do capitão que não abandona nunca o navio, do maior ídolo do Avaí Futebol Clube.
Cada lágrima tua engrandece todos os homens do vestiário, toda a torcida Avaiana.
Tu és honrado e nos devolves a honra por seres tão nosso.
Obrigada, Marcos Vicente dos Santos!
#GuerreiroAzul

sábado, 19 de novembro de 2016

E do nada...fez-se o Azul!!!



O que escrever sobre esse acesso?
Muitas coisas que vieram de um nada.
Nada no início do ano poderia apontar pra essa conquista.
Mas em se tratando de Avaí, o 'nada' tem sempre algo escondido.
E é esse paradoxo que escreve, nos gramados, a nossa história de glórias.
Lágrimas salgadas, pela maresia do azul que lambe a nossa Ilha, se misturam ao suor da nossa torcida, do nosso time, da nossa camisa que espelha céu e mar e molham nosso sorriso orgulhoso pela raça ética do nosso Clube.
Avaí é assim, tão assim que sabe dizer sim quando muitos dizem não.
Sim, nós subimos e subimos mais uma vez em campo. 
Obrigada pela coragem Presidente, e todos os que estiveram ao teu lado quando tudo parecia ser um 'nada' por fazer. Vocês fizeram! 

AAAAAA eu tô mAlucA!!!!!!!!

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Enquanto sábado não chega...

Foto: Frederico Tadeu/Avaí FC


Qualquer palavra dita, antes dos noventa minutos desse jogo de sábado, deve ser seguida pelo silêncio que o imprevisível futebol exige. Como exige a oração!
Nada aqui é certo antes do apito final. Tudo aqui é loucura que cega e cala tanto pra lá do impossível, quanto pra cá do previsível.
Assim se alimenta a paixão dos que seguem o jogo antes, durante e depois que a bola rola.
A lógica passa longe dos gramados e essa ausência se agiganta quando o Avaí entra em campo. Tentar entender, explicar e definir a mística Avaiana é pura pretensão dos incautos. Não escolhemos a mística, ela nós escolheu: deve ter seus motivos. Mas como tudo que é divino, nos falta a capacidade de conhecer seus porquês.
Aos de fé e aos apaixonados é permitido acreditar, sempre.

#VamosSubirLeão

sábado, 12 de novembro de 2016

M+10: Pura magia Azul

Foto: Jamira Furlani/Avaí FC

Depois de me ver impedida de estar nos jogos do Avaí por 40 dias, em decorrência de uma cirurgia que minha mãe fez em São Paulo, hoje voltei a Ressacada.
Marquinhos, simplesmente mágico, arrancou do meu corpo todo o cansaço, da minha mente todo o stress e devolveu a minha alma o azul do céu. Esse céu que reconhece os seus, esse celeste firmamento que fincou no sangue do craque a sua cor.
Mas não parou por aí. 

O Mágico de Sangue Azul marcou o segundo gol do jogo e fez a Ressacada urrar novamente o seu nome. Se o Capitão Leão não tem mais folego nem joelho, lhe sobram maestria e raça. Lhe sobra realeza, lhe sobra a classe ao tocar naquela que todos desejam. 
A bola reconhece o mágico e se deixa transportar por um movimento sútil, imperceptível, e some de seus pés para reaparecer beijando a rede.
Minha mãe saiu da UTI lutando como uma guerreira. Com o nosso Avaí não foi diferente. De um turno sem folego, soube transformar o returno em seu avesso. 

Rômulo fez o terceiro.
Nada se transforma tanto sem a união, dor, vontade e trabalho de muitos.
Marquinhos é tudo isso dito acima e muitos mais, mas no Avaí tem mais. Tem um grupo de homens que buscam juntos esse avesso invesado que deixa vazado o mais duro descrente. 
Eles vem batendo como água em pedra dura e lhes falta apenas '3 gotinhas', três pontos, para cicatrizar de vez todas as feridas.
Vamos juntos, Leões!!! 

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Um empate bom ou ruim?

DJ, DJ... (foto DC/Charles Guerra)

O nosso Avaí fez novamente um jogo dando a bola para o adversário, mas exagerou. A nossa sorte foi que o Oeste é um time limitadíssimo e mesmo ficando com a posse da bola durante todo o jogo, não criou chance verdadeira de gol. Muito por falta de qualidade e muito porque a defesa Avaiana não desmancha nunca. O Avaí criou. Primeiro numa cabeçada do Rômulo, depois numa bola mal chutada pelo garoto Vítor e no último minuto, na cara do gol... DJ não soube tocar a música da vitória Avaiana. Chutou fraquinho, fraquinho.
Jogou sem se arriscar contra um time onde poderia ter arriscado.
Faltou criação na meia cancha para os contra ataques e um pouco de ousadia para o nosso time.
Perdemos Renato, por lesão, durante o segundo tempo; Rômulo não esteve bem no jogo; Jardel não apareceu pra criar nada; João Felipe não funcionou na meia cancha para lançar bolas no contra ataque; Capa acertou um cruzamento no primeiro tempo; e todo o time se enterrou atrás esperando por uma bola.  E a bola apareceu na área adversária, por três vezes, mas não beijou a rede.
Acho que Tatá entrou tarde demais nesse jogo.
Se o empate foi bom?
Pelo pouco que jogamos, foi; pelos gols perdidos, não;  pela falta de qualidade do adversário, não; pelo volume de posse de bola do Oeste, foi; pra classificação... vamos saber quando a cortina da série B fechar!
(fez falta um centro avante num jogo como o de hoje)
Uma coisa é certa: continuamos, e muito, na briga. Sim!

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Nossa 'Avaianidade' pode tudo!

Foto: Joceli dos Santos/Facebook

Seriedade e União.
Assim precisa continuar o ambiente no nosso Clube.
Nós, Avaianos, já vivenciamos os dois lados da moeda:
Um não acesso em 2013 onde tudo em campo estava a nosso favor e um acesso onde tudo estava contra nós, em 2014.
Chegamos em condições da conquista nessa reta final.
Chegamos pela força do grupo, a capacidade do técnico, o trabalho da direção que assumiu com pouco respaldo, o departamento de futebol e claro, a raça da maior e melhor torcida do estado.
Essa conjunção de fatores sobrepôs as dificuldades e limitações do elenco Avaiano.
Nada de estrelismo e grupinhos.
O Avaí está na luta porque no 'vestiário' há união.
Como é importante ter o 'vestiário' limpo de egos.
A simplicidade pode muito.
Nossa 'Avaianidade' pode tudo.
União e seriedade meu Clube, estamos quase lá!

sábado, 5 de novembro de 2016

De bike é mais gostoso!





Foto: Fernando Remor/MafaldaPress

Fizemos o que importa a essa altura do campeonato: vencemos!
Com um golaço de bicicleta do Renato, o Leão colocou mais 3 pontos na sua conta e se distanciou 4 pontos do quinto colocado.
E isso é o que realmente importa daqui pra frente.
Saber segurar as investidas dos seus adversários, não tomar gol e marcar ao menos um a seu favor. Assim tem sido o aguerrido Avaí de Claudinei Oliveira.
Não desmonta nunca!
Nossa Senhora da Ressacada azulou o céu desse sábado, a torcida Avaiana vestiu a Ressacada com a mesma cor e a pintura final do Renato, premiou a todos.
Que torcida, que raça, que vontade de subir está a nossa fera.
Foco, raça, torcida e união: assim seja até o final desse campeonato. 
Amém!