terça-feira, 15 de maio de 2018

Lion Bleu 4 x 0 CRBrasil

Rodrigoooooooooooooolllllllllll

Uma boa partida do nosso Leão.
Geninho deu nova vida a um time sem vida comandado pelo 'reativo' Claudinei e CIA.
Achou o esquema para o elenco que tem. Mérito dele.
Claro que não temos nada conquistado, mas a vontade de atacar e a confiança estão presentes no time comandado por Geninho.
Continuar trabalhando com foco e jogar como vem jogando, sem medo de atacar, são a chave para que o nosso Avaí lute até o fim por uma das vagas ao acesso.
Rodrigão jogou muita bola, Renato vem jogando bem, Capa e Guga são escapadas velozes para o ataque. 
Getúlio ainda um pouco perdido, entrou no lugar do Rômulo que se machucou.  Capa que fez um bom jogo também foi substituído por ter tido um encontrão cabeça com cabeça. Desmaiou, mas tudo ficou bem. João Paulo entrou em seu lugar. 
Moritz entrou no lugar de um apagado Pedro Castro ( mas que marcava juntamente com o 'carregador  de piado' e guerreiro Judson) e deu mais qualidade a meia cancha.
Alemão esteve um pouco abaixo do que pode render na defesa. E não é jogador para sair com a bola no pé. Nem ele nem Betão. Airton tem mais qualidade para sair jogando.
Avaí jogou um clássico sábado, viajou e jogou hoje pra vencer. 
Geninho está no caminho certo. Trabalho, união e foco!

sábado, 12 de maio de 2018

Seu nome é nosso sobrenome: Marquinhos



Uma vitória incontestável do Avaí no Clássico disputado em nosso brinca mundi.
No segundo tempo o Avaí mandou no seu salão de festas.
Jogando pra cima do seu rival, o Leão contou com o seu camisa 9 para vencer o jogo. Aliás, mais um boa partida do Rodrigão. Juntamente com Moritz, um xerife no campo, com Guga e Renato jogando muito bola pela ala e Judson 'mordendo' na proteção a zaga. O Avaí de Geninho deu um nó no time do estreito. A zaga esteve bem e Aranha, quando poderia ter se comprometido, se consagrou ao corrigir o seu erro.

Marquinhos é um nome a parte!
Porque Ele transformou em nosso sobrenome. 
Eu sei que quando se escreve sobre ele devemos antes vestir a camisa do maior de Santa Catarina, beijar o escudo e suar o manto até sangrar para chegarmos um pouco perto do tamanho desse jogador. Ele é enorme. Ele é eterno, ele é Avaí! Mas se quisermos ousar chegar um pouco para perto da 'altura' em que está esse craque, só mesmo escrevendo um livro com muitas e muitas páginas contando suas vitórias, suas superações, sua capacidade de liderar o time, seu comprometido com o Clube, sua paixão por nós! 
Marquinhos é acima dele mesmo, Avaiano. E provou isso hoje quando foi chamado por Geninho e abriu mão de entrar no jogo, faltando 10 minutos, em prol do seu time, do seu Clube do coração. Entrou faltando 4 minutos e fez seu último clássico regendo, ao final desse vitorioso clássico, a orquestra Avaiana ao som do seu créu.
Tudo perfeito, tudo azul, tudo Avaí da Ilha ao continente!
Lá o Galego não joga mais. Pode fechar o brinca mundi!

domingo, 29 de abril de 2018

Com juventude, a vitória foi nossa!

Foto: Arthur Dallegrave/E.C.Juventude

Geninho em uma semana de treino mudou a postura do Avaí em campo.
Jogando com três zagueiros deu liberdade para as subidas ao ataque com qualidade do lateral Guga e do seu parceiro na ala: Renato.
Se na meia cancha faltou um homem de qualidade no passe, não faltou disposição para Pedro Castro, correu o jogo todo marcando bem os adversários; e Judson, que carregava o piano sozinho quando Luan jogava ao seu lado, não ficou sobrecarregado.
No ataque o aniversariante Romulo voltou a balançar a rede, empatando o jogo, numa jogada de linha de fundo do lateral Guga que teve o desvio de cabeça do Rodrigão. Rodrigão me agradou na movimentação e com seus bons passes, merecia ter marcando gol nessa partida.  
Renato novamente bem em campo. A ala com ele e Guga foi por onde o Avaí teve mais qualidade no ataque. Renato marcou o segundo em cruzamento do Capa, que novamente contou com o desvio do atacante Rodrigão. Renato ainda marcou o terceiro num contra ataque.
O Juventude não teve força para segurar o bom jogo Avaiano e ainda teve seu goleiro expulso tendo que colocar um zagueiro no gol. Mas o jogo já estava 3 x 1 para o Avaí e o nosso time abdicou de atacar.
Uma boa estréia do Geninho. 
A zaga Avaiana falhou no gol do Juventude, mas no decorrer da partida soube se postar melhor em campo. 
Senti falta de uma meia cancha mais criativa. Se Geninho conseguir dar mais essa qualidade ao time, com os jogadores atuais do elenco, vamos disputar com mais chances uma das vagas para o acesso.
Fazia tempo que eu não via o Avaí com uma postura ofensiva como vi hoje. Claudinei pecou muito em manter o o Avaí enterrado em todos os jogos e em não tentar mudar o esquema que ele implantou em 2016.

quarta-feira, 11 de abril de 2018

Garfados, mas não derrotados!



Avaí com menos de 5 minutos de jogo, foi garfado em plena Ressacada.
Um gol legal do Rômulo anulado em erro rude do árbitro.
Um primeiro tempo de jogo igual, mas com o Goias cometendo muitos faltas, terminou em zero a zero. 
No segundo tempo, o Goias voltou melhor, e numa bola cruzada pelo lado do fraco João Paulo, Maurinho foi empurrado e optou por ficar no chão dando condições ao atacante do Goiás que marcou o primeiro da partida contando com falha do goleiro Aranha.
Claudinei já havia substituído Moritz, Renato (voltou bem) e Beltran por Marquinhos, Maurinho e Rodrigão.
O Avai foi pra cima do Goias e numa bela jogada do Rômulo, após bela defesa do goleiro de uma cabeçada do Rodrigo, Rômulo o artilheiro da Copa do Brasil, empatou o jogo.
Na sequência, novamente bola cruzada pelo lado do João Paulo (péssima partida), a bola resvala na cabeça do Alemão após chute do atacante do Goias, a bola sobra para o Fiçosa que sem marcado, coloca o Goias na frente novamente aos 45 minutos.
Mas o Avai não desistiu. Num cruzamento do Guga para área, Rômulo (um lutador sempre), ajeita a redonda para a cabeça do Rodrigão, que empata o jogo aos 47 minutos.
A dupla R&R funcionou, mas o nosso time foi garfado na nossa casa.
Vamos pra Goiás com muitas chances de classificação.

segunda-feira, 2 de abril de 2018

Perdoai-vos, eles não sabem o que fazem. Por Rafael Xavier

Foto: Avai FC

Em um domingo de Páscoa, que simboliza a ressurreição, o que se viu no Estádio da Ressacada esteve mais para missa de sétimo dia. Tristeza, melancolia, a ferida ainda aberta e a certeza do fim. Não estou falando do empate em 2 x 2 com a Chapecoense que selou o fim do Campeonato Catarinense para o Avaí num moribundo sexto lugar. Mas de uma das diversas despedidas que Marquinhos fará em 2018, já anunciado como último ano de sua carreira.

1400 presentes para o último jogo do M10 pelo Campeonato Catarinense. O horário era bom, o clima também, havia cerveja no estádio e, se não valia nada em termos de competição, valia ver o Galego. Não só vê-lo, mas dividir com ele esses momentos dentro de campo que estão próximos de serem os últimos.

A frase “Marquinhos é um torcedor dentro de campo” não é da boca pra fora. É uma verdade e com ela carrega o significado de entendermos que, como torcedores, somos seus colegas nessa missão de levar o azul e branco no coração e na alma. O fato é que hoje Marquinhos olhou para a arquibancada e se sentiu só.

“A” despedida será ao final do ano. Mas o torcedor e o clube devem entender que até lá serão várias despedidas. O último gol, o último gol de falta, a última assistência, o último créu no Clássico, o último jogo na Ressacada, enfim, vários momentos para dizer um até logo ao galego e saudá-lo pela bela carreira com o manto avaiano. Com seus erros e acertos, Marquinhos está no Olimpo Azul e é nosso dever como torcida estender-lhe a mão para subir aos céus da mitologia avaiana. E é dever da Diretoria tratar de dar condições para isso.

E hoje foi um desses dias. Com a condição física cada vez mais delicada, esse último ato do M10 com a camisa azurra pode estar no próximo pique de 20 metros, na próxima dividida. Uma lesão um pouco mais grave e o fim da linha pode vir a qualquer momento. Você, que bate no peito pra dizer “nós temos ídolo” tem que estar lá quando isso acontecer.

Uma pena nem o clube se ligar disso. Para quem o usa em memes, campanhas, provocações e para ser escudo de cagadas homéricas da diretoria, faltou sensibilidade para tratar o jogo de hoje dessa forma. Pouco importava o resultado, a situação permitia esquecer a competitividade e a tabela. Quando o fim de fato chegar pode ser que não dê para fazer isso. Pode ser que, por mais frio que pareça, o Avaí tenha que pensar no resultado e no próximo ano. Hoje não. Era tarde dele e o Avaí tratou como um jogo qualquer. Não houve chamada especial ou promoção da partida como um ode ao Galego.

Os recursos estão escassos e a chance de Marquinhos encerrar a carreira em dezembro com um título são muito baixas. O acesso é uma incógnita, o clube não tem feito muitos esforços para conseguir isso e o rendimento no Estadual não foi dos mais animadores. Contudo, nós, fanboys ou haters, podemos fazer deste ano motivo de orgulho para o Avaí e de reconhecimento ao Marquinhos. E para isso acontecer o dever é jogo a jogo. O próximo pode ser tarde demais.

Por Rafael Xavier

sábado, 31 de março de 2018

Ele, o Concebido Avaiano!


Nesse domingo o ídolo Avaiano, o nosso torcedor em campo, o craque, o concebido em DNAzul fará seu último jogo no estadual. A história desse mito estará sendo escrita em sua página final diante da Chapecoense. Muita a se lamentar, muito ainda nos lamentaremos. Mas Marquinhos nos deixa a certeza de que sua alma e seu corpo são nossos para sempre. 
O estadual perde, o futebol perde e o Avaí, ao terminar o jogo de amanhã, ganha mais um Homem para eternizar a glória do Clube Catarinense que Marquinhos ama como um de nós. 
Não há e nunca mais vai existir um jogador nos moldes em que Deus esculpiu Marquinhos. Ele, o Criador, usou barro Azul. Lembrem-se disso Avaianos quando amanhã o nosso Dez pisar no gramado da Ressacada. A casa do Mito. 
Vida longa, Capitão!

quinta-feira, 22 de março de 2018

O 'samba' Avaiano é de uma nota só

Foto: Avaí FC 

Empate em Concórdia e a derrota de hoje, complicaram de vez a chance do Avaí estar na final do catarinense 2018.
Em Concórdia saímos vencendo e permitimos o empate.
Hoje, contra o Criciúma, o Avaí começou jogando melhor abriu o placar e depois disso voltou para o segundo tempo recuado, sem disposição tática correta e Evando viu o Argel fazer as mudanças que levaram seu time a virada.
Um Avaí enterrado, entregando a bola para o adversário e com jogadores que visivelmente caíram de produção na segunda etapa, provavelmente pelo desgaste da viagem de volta, levou dois gols de um Criciúma disposto a vencer e com mais folego.
As substituições do Evando, além de demoras, Lucas de Sá deveria ter entrado antes na partida e Rafinha não entrou bem, Caio jogou pouco, não foram suficientes para conseguir fazer o Avaí vencer uma partida que lhe daria um folego para lutar ainda pelas finais do Catarinense.
Menezes hoje não esteve bem na saída de bola assim como Martinuccio, só que o Argentino nem criou nem marcou; Guga jogou bem no primeiro tempo e no segundo cansou; Romulo fez o seu, mas perdeu dois gols; Getúlio jogou bem, mas quando teve a chance de fazer o seu, chutou mal. Luan esteve bem, Alemão e Betão poderiam ter sido poupados, assim como Romulo e João Paulo.
Faltou ao Avaí: inteligência na meia cancha, na escalação; folego e sair da mesmice principalmente jogando em seus domínios.
Infelizmente a tática Avaiana é uma só. Vamos precisar ser mais 'plurais' no brasileiro.
Vitória merecida do Criciúma.
Que a comissão técnica saiba fazer esse time jogar com outra disposição tática em campo quando o jogo exigir.
Jogadores nós temos!
O 'samba' Avaiano é de uma nota só!

sexta-feira, 16 de março de 2018

É o time da Raça!

É o time da Raça, vamos em busca da Taça!
Foto: Avaí F.C

Um jogo difícil no primeiro tempo, um jogo vencido no segundo tempo porque Claudinei acertou nas alterações.
Nosso Avaí é a Capital Catarinense na Copa do Brasil!
Com muita raça enquanto esteve com um a menos e com dificuldades na marcação na lateral, porque Luazinho joga numa posição que não é a sua, o Avaí soube num excelente jogo do Judson e da zaga Avaí, segurar as estocadas do Fluminense.
No segundo tempo  Claudinei colocou Maurinho no lugar do Luazinho e o Avaí acertou a sua marcação e além disso, ficou com uma saída de bola para o ataque mais qualificada. Guga se soltou porque Maurinho trabalhou melhor ao seu lado. 
João Paulo esteve bem e foi dele o cruzamento na área para a cabeçada de Lourenço que havia entrado no lugar Moritz. Claudinei ainda substituíu o ineficiente Luan por Menezes.
Uma vitória da raça, dos acertos de Claudinei nas suas substituições e da superação dos jogadores do Avaí.
Que venha a próxima fase!
#VivaOsNossosMeninosDaBase
#VamosEmBuscaDaTaça

domingo, 11 de março de 2018

Tudo é 10



Sobre o clássico de hoje, que jogamos com um homem a menos desde o primeiro tempo, só vou dizer algumas côsas:
1) Teve gol olímpico (tô pouco me lixando pra súmula)
2) Teve festa no brinca mundi
3) Teve créu sob a regência do Maestro
4) Teve balde de água fria nas bucicas
5) Marquinhos é o dono do Brinca Mundi (vcs não sabiam? É dele)
6) A capital só tem um ídolo
7) Um tapinha não doi
8) Claudinei deu de dedo
9) Faz logo a estátua do Mito
10) M10 é o pesadelo recorrente dos gambás

quinta-feira, 8 de março de 2018

Avaí deixou de vencer mais uma dentro de casa

Foto: Avaí F.C

Numa noite inspiradíssima do goleiro adversário, o Avaí não conseguiu marcar mesmo criando diversas oportunidades de gol. E como quem não faz leva o Hercílio Luz numa escapada,o volante Judson não fez a falta por já ter amarelo,  marcou o seu.
Mesmo jogando bem o primeiro tempo, com posse de bola e jogando ofensivamente, e com isso criando muitas chances de gols, elas foram todas defendidas pelo goleiro ou a bola caprichosamente beijando a trave.
No segundo tempo o Avaí continuou buscando a vitória, mas nada de gol.
Claudinei demorou muito pra mexer no time enquanto o jogo estava zero a zero. Precisando da vitória, o técnico Avaiano só foi mexer aos 30 minutos com a entrada do Caio, jogador da base avaiana que nunca havia jogado no profissional, tirando o volante Menezes. Depois Claudinei tirou dois atacantes (precisando vencer) Romulo e Maurinho (que estavam bem na partida), para entrada de Jó e Urueña.
Boa partida do goleiro Aranha, do lateral Guga, dos meias Luazinho e Marquinhos, dos atacantes Romulo e Maurinho. Menezes, mais um jogador da base, não comprometeu.
Muitas chances criadas durante o jogo, muitas bolas que poderiam ter entrado, mas o goleiro Hercilísta não deixou passar nada. 
Infelizmente mais uma derrota para um time que luta para não ser rebaixado. E são exatamente essas derrotas que deixam o Avaí a seis pontos do segundo colocado.
Não faltou raça, não faltou luta. Faltou o gol e mexer no time mais cedo pra dar novo folego ao time, sem tirar atacantes que estavam bem na partida.
Hoje foi a noite do goleiro Lucas Alves. Impressionante! 
Agora é o Clássico!