Maria devolveu a faca e o queijo as nossas mãos.
A vitória diante do Joinville; a postura do time; a vontade
dos seus comandados; a raça avaiana e as declarações de Bruno100 e Palhinha na
coletiva pós-jogo, deixam claro que é Maria sim, que com seu trabalho e com
sua qualidade, nos trouxe a força e a capacidade de estar dependendo somente de
nós mesmo para estar nas semifinais.
Mas alavancando isso tudo estava novamente a nossa torcida.
Num domingo de Páscoa com uma tempestade com muita chuva,
vento e granizo um pouco antes do jogo, a torcida Avaiana não deixou de
comparecer a Ressacada.
Que coisa mais linda, ver a nossa casa com a presença de
seus “donos”.
Dominamos os dois tempos á equipe adversária e esse domínio,
só não se transformou em um número maior de gols, porque nosso ataque não soube
aproveitar as oportunidades criadas durante a partida. E o nosso Cléber Santana
perdeu um pênalti. Jogou muito bem novamente.
Palhinha enquanto teve folego deu um novo ritmo a nossa meia
cancha.
Os nossos laterais aparecerem diversas vezes no ataque.
E a defesa avaina esteve segura quando foi pressionada no
segundo tempo pelo JEC.
Valeu muito essa vitória.
Valeu para a comissão técnica, para os jogadores e para nós
torcedores, que exigimos sim, um Avaí
sempre disputando o titulo catarinense.







