 |
Foto: Jamira Furlani/Avaí FC |
É notória a dificuldade que os Clubes brasileiros estão enfrentando nesse novo século.
A Lei Pelé legalizou a atuação dos esfomeados empresários e deixou nu os Clubes.
Se juntarmos a essa atrofia legalizada, gestões incompetentes e amadoras vamos explicar um pouco das doenças que estão matando o futebol brasileiro e seus torcedores.
A Lei precisa ser mudada, as gestões precisam ser competentes e os torcedores precisam voltar aos estádios, mesmo diante de tantas mazelas de dirigentes do futebol brasileiro.
Junte a esse vírus letal, que se alojou no pulmão do futebol, a CBF com seu 'Clube dos Treze' e suas cotas burras que impedem o crescimento dos Clubes menores e diminuem a cada ano os clubes maiores:
- Futebol em coma.
Nilton Machado colhe muito do todo acima.
Mas está arando a terra com seriedade e transparência com a nítida e séria intenção de transformar terra estéril em terra fértil.
Não podemos abandonar o Clube.
Precisamos comparecer aos jogos do Avaí na Ressacada.
Menos de 7 mil nesse sábado?
Tudo acima pode explicar a ausência, mas não a justifica.
A única justificativa plausível é se acreditarmos que já não há paixão.
Coisa que duvido.
Precisamos estar presente, precisamos nos associar, precisamos continuar torcendo nos estádios, não sentados no sofá como desejam CBF, empresários e pessimistas.
E por favor, não culpe a Televisão.
Ele está no papel dela de comunicadora ao transmitir os jogos e pagando por eles.
E vem fazendo isso muito bem.
(E não me venha com o papinho de que time vitorioso chama torcida: O Corinthians ficou mais de 23 anos sem conquistar o campeonato Paulista e tem a maior torcida do Brasil)
A escolha de ir aos jogos é nossa. Essa escolha é só nossa!
As outras mudanças passam por um luta que os presidentes dos Clubes e os políticos brasileiros precisam travar para estancar a hemorragia letal que faz sangrar os Clubes Brasileiros.