quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Contagiar de 'Avaianidade'

Foto: Jamira Furlani AFC

– Não só com o Marquinhos, mas com o Eduardo, que eles são o termômetro do time, por tudo que representam, por tudo o que o Marquinhos representa para a gente, para o clube, para a torcida. Falei para ele, que temos que contagiar esse time, fazer alguma coisa, reagir dentro da partida, pelo momento difícil que vínhamos, a expulsão do Alex, que se tornaria mais difícil ainda – declarou em entrevista ao globoesporte.com o zagueiro Leandro Silva.

Contagiar o time cabia quando o jogo descambou a todos em campo e agora, pós-jogo cabe mais ainda ao elenco Avaiano.
Porque a torcida Avaiana foi ao treino do sábado, fez uma recepção na chegados dos jogadores e compareceu em massa ao clássico pintando a Ressacada de azul, se fazendo ouvir do início ao fim e mesmo após o apito final, deixou seu recado positivo e de fé no elenco. 
Se isso tudo não contagiou o grupo na disputa de um clássico...


Contagiar o time nos jogos que seguem cabe realmente a todos os profissionais Avaianos.
Que não se coloque tudo na conta e na responsabilidade de dois jogadores.
É o grupo, o elenco Avaiano que precisa se auto contagiar de raça e força: ‘Avaianidade’.

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Não os deixe esquecer, Avaí!

Lembrar, não deixar que esqueçam!
Essa é a tarefa da comissão técnica na reapresentação dos jogadores Avaianos.
Lembrar mostrando a torcida lotando a ressacada; os quatro gols tomados no primeiro tempo; a expulsão; a falta de raça; a dança dos ‘cuecas’ e principalmente, a história do nosso Clube.
Lembrar, jamais deixar que esse grupo esqueça o jogo de domingo.
Aqui a memória não pode ser seletiva.
Nada de deixar pra lá, nada de dizer que isso pode acontecer; nada de usar o jargão “clássico é clássico”; nada de não apontar os erros individuais e coletivos; nada de fazer de conta que não sabem que a única camisa que jogou no domingo foi a 12; nada de fazer ‘biquinho’ porque o adversário fez festa na nossa casa. Fez festa porque abrimos o salão para eles. 
E ponto final.
Lembrar e lembrar e lembrar todos os dias até o final do campeonato.
Lembrar, lembra-los, lembraremos!
Só assim haverá o resgate desse grupo, o resgate da raça dentro de campo.
Porque a Alma Avaiana foi ferida por vocês, jogadores.
- Não os deixe esquecer, Avaí!

domingo, 3 de novembro de 2013

Eles entraram pra jogar um clássico. Nós não!


Placar que por mais que se busque não vamos encontrar nenhum paradoxo.
Vitória merecida.
Derrota merecida.
O Figueirense entrou em campo para jogar um clássico e o Avaí, entrou para jogar uma partida da série B.
Além da determinação do adversário, cinco erros se tornaram fatais e só não determinaram o placar do jogo, porque foi mal anulado um gol do Rafael Costa. Ele não estava impedido.
Quando estava dois a zero o zagueiro avaiano Alex cometeu uma agressão desclassificada e nos deixou com um a menos. Esse jogador não pode mais vestir a nossa camisa.
Maria nesse momento deveria ter mexido no time. Deveria ter colocado mais proteção à zaga. Uchôa estava errando muito e ainda ficamos sem um zagueiro. Dai pra frente o Figueirense foi o Senhor do jogo.
Um atropelamento.
Mas que fique bem claro: Se a imprensa recoloca o Figueirense na briga e eles estão em décimo na tabela, o Avaí está super na briga, pois ocupa a quinta colocação.
O campeonato continua e que de agora em diante o Avaí entre em todos os jogos como se estivesse disputando um Clássico. Coisa que não fez hoje.


sexta-feira, 1 de novembro de 2013

DNAzul




Com Ele
Vejo a vida em azul
Entra em meu coração a felicidade
Eu conheço a causa
Grandes glórias que dimensiona o que sobra do todo: quase nada.
Deixo-me tocar
E sinto na alma a felicidade.
Enquanto ele se divide entre tantos e tantas
Sem necessidade de escolhas,
Eu me deixo levar por inteira.
Amante singular
Concebida em seu DNA
Sem retoques
Nasci
Avaí

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Tanque abastecido sob o comando do volante



Eduardo Costa - o Avaiano que transforma a camisa 5 em sua pele - na entrevista sobre o clima na cidade para o clássico disse ao globoesporte.com:

– "Em tudo quanto é lugar. Parei para abastecer o carro e o frentista, a primeira coisa, não perguntou o que eu queria, perguntou quanto seria o clássico (risos). Gasolina, diesel, vem tudo depois. Normal. Eu gosto muito porque já te mantém ligado antes do jogo."

"Floripa é pequena!"

EC5 


Treino dos Mil: Podem imitar, igualar jamais!

Conseguimos a liberação para fazermos o treino, então vamos fazer bonito:  uma verdadeira festa! 
O treino está marcado para começar 10 horas e terminar às 10h30min, são 30 minutos fundamentais! Vamos chegar cedo, pois quem sabe liberem mais tempo pra torcida!

VAMOS NAÇÃO AVAIANA, APOIAR NOSSOS JOGADORES!




Data: 02/11 (Sábado - Feriado)
Local: Ressacada
Horário: 9h30min
Portões abertos e confirmado!

PODEM IMITAR, IGUALAR JAMAIS!

Fonte: Página oficial do evento no Facebook. Para informações clique aqui.

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

O 'inimigo' nada oculto mora ao lado



Agora sim, o foco é o Clássico.
O jogo dos jogos!
Aqui não tem favorito, não tem posição na tabela, não têm titulares nem reservas não têm prognósticos nem mães Dinah’s.
Aqui está a semente que dá vida aos dois Clubes da Capital.
É esse jogo que rega, aduba e mantem irrigada a essência do futebol: a rivalidade sadia.

Porque jogar se não há adversário a altura?
Se não existe o ‘inimigo’ nada oculto que mora ao lado;
Se nesse mundo não existe a namorada vestida com outras cores; o amigo empunhando outra bandeira e um parente que vai te ligar no instante seguinte ao término da partida?

Clássico é para os amantes separados.
Eu te amo, tu me amas. 
Domingo assinamos um divórcio.
Noventa minutos para amar incondicionalmente somente o nosso time.
Depois... Dois dias de bicos, cada um virando para o seu lado na cama, telefonemas perdidos e muita brincadeira para sacramentar a infantilidade desse sentimento.
E viva o Clássico. 
Vivamos o Clássico!
Só não vamos morrer por ele, afinal sempre tem o próximo e somos todos próximos.